Uma fantasia hipnótica sobre governos repressivos e corpos livres. Mostra de Tiradentes 2026.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
Um cinema experimental e radical, explorando a natureza das imagens e as confissões em off. Mostra de Tiradentes 2026.
Uma vendedora ambulante se relaciona com dois, três, quatro homens. Uma personagem literária numa cidade real até demais. Mostra de Tiradentes 2026.
O dia em que mulheres abusadas decidem romper seus ciclos de violência. Mostra de Tiradentes 2026.
Os bastidores do novo filme de Bressane, com foco em sua direção junto ao resto da equipe. Mostra de Tiradentes 2026.
Uma noite marcada por discursos políticos e entusiasmo pelo atual momento do cinema brasileiro.
O Brasil ainda conquistou uma quinta indicação com Adolpho Veloso, por Sonhos de Trem.
Um filme ágil e provocador sobre sucesso e fracasso nos Estados Unidos.
Kaouther Ben Hania aposta num cinema-verdade, emotivo e descontrolado, para chamar atenção ao genocídio em Gaza.
História incoerente, efeitos digitais fracos e atuações piores ainda.
Um filme que ridiculariza questões de gênero e sexualidade para se focar na redenção de uma mãe tirânica.
Um filme criativo e muito mais complexo do que a aparência infantil poderia sugerir.
Nosso Segredo, de Grace Passô, estreia na Mostra Perspectivas.
Uma paródia do livro e do filme de Costa-Gavras, destinada a ridicularizar a tudo e a todos.
Um acúmulo de cenas de violência e uma estética mais violenta ainda, como forma de "homenagem".
Mais violência, e fotografia totalmente diferente, nas mãos de Nia DaCosta.
Dois olhares radicalmente diferentes para a mesma trama, entre os filmes de 2025 e 1985.
Um terror simples, direto, sem comentários sociais nem preocupações políticas particulares.
Um dramalhão, com D maiúsculo, como o cinema praticamente não faz mais — para o bem e para o mal.
O evento mineiro revela os 13 longas-metragens que disputam as principais mostras competitivas.
Um filme mais preocupado com a sensualidade estética do que com a Amazônia ou a religião.
Uma fantasia mais insólita do que coerente. Parte para vários caminhos, mas não sabe exatamente o que dizer com tantos temas.
Um filme que tortura protagonista até ela se tornar uma mãe perfeita.
Uma aventura bem-intencionada, que ainda coloca brancos sudestinos como salvadores dos pobres habitantes da Amazônia.
Um documentário que se dedica ao humanismo das falas e minimiza a importância estética.
Retrospectiva com o melhor do cinema brasileiro lançado ou exibido este ano!
Uma paródia divertida do filme de 1997, e bastante respeitosa em relação à cultura brasileira.
O melhor do ano entre os filmes estrangeiros lançados comercialmente no Brasil.
A Fabulosa Máquina do Tempo e Papaya são os primeiros títulos nacionais anunciados na Berlinale.
Um terceiro filme muito mais sério, que desiste de ridicularizar o mundo dos ricos.






























