Uma comédia de terror repleta de problemas de direção e roteiro.
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Horror
Uma divertida homenagem aos filmes de terror, apesar de se complicar demais na hora de terminar a história.
O especialista em cinema de terror, nascido em Guarapari, fez um discurso inspirador ao público.
Uma leitura bastante autoral e ousada da franquia Evil Dead.
Paolla Oliveira interpreta mãe e filha em terror marcado por inveja, ciúme e monstruosidades atrás da porta.
Um body horror mal pensado em termos de estética de terror. O que os criadores teriam a dizer sobre sua monstruosidade?
Imagens impressionantes são prejudicadas por fraca explicação psicológicas.
Um filme de terror onde namorado e namorada são, ao mesmo tempo, o vilão e a vítima.
Luiza Shelling Tubaldini, Thais Lago, Gabriel Stauffer, Erom Cordeiro e Iuri Saraiva falam sobre a estreia de 21 de maio nos cinemas.
Um filme desigual sobre ataques de monstros em Florianópolis.
A boneca-humana é, ao mesmo tempo, agressora e vítima. Um terror provocador.
Uma fantasia muito interessante na parte de horror, e menos instigante quando envereda pelo drama.
Duas garotas brincam de bruxaria, com consequências reais até demais.
Agora, o monstro é a filha adolescente de uma família comum. Uma releitura ousada por parte de Lee Cronin.
A trilogia se encerra virando às costas à essência da saga original de terror.
Um filme que parece ter algo muito sério a dizer — mas não sabe exatamente o quê. Mostra Farol 2026.
O dispositivo da câmera corporal é mal utilizado em terror que enxerga pessoas em situação de rua como zumbis perigosos.
Uma mulher admirável é aquela que sobrevive à tortura?
Boas ideias mergulhadas em vários problemas de roteiro e direção.
História incoerente, efeitos digitais fracos e atuações piores ainda.
Mais violência, e fotografia totalmente diferente, nas mãos de Nia DaCosta.
O homem é o lobo do homem nesta fábula de terror sobre a ganância. Mostra de Cinema de Gostoso 2025.
Um garoto gay descobre que seus desejos podem ser tão fascinantes quanto perigosos. Mostra de São Paulo 2025.
Um filme de terror repleto de tropeços de linguagem e narrativa.
Uma mulher surda investiga a origem de sons macabros. Mais um uso da deficiência enquanto espetáculo.
Um terror intenso e absurdo sobre os prazeres de testemunhar o sofrimento alheio.
Um desfecho mais sentimental do que assustador. Mas Michael Chaves consegue amarrar bem as quatro histórias de Ed e Lorraine Warren.
Um monstro ataca a praia de banhistas solitários. Mas ninguém se importa. Mostra Quelly 2025.
Segundo este filme de terror, os mexicanos têm uma cultura estranha, nojenta e perigosa.































