A escolha por uma nova trilogia Os Estranhos já tinha pego os fãs de surpresa. Afinal, tanto o primeiro Os Estranhos (2008) quanto a sequência Os Estranhos: Caçada Noturna (2018), dez anos depois, tiveram resultados modestos de crítica, mesmo que razoavelmente rentáveis na bilheteria. Ora, os estúdios Lionsgate apostaram numa trilogia filmada de uma vez só, sob comando de Renny Harlin.
O problema é que os novos filmes mudam bastante a essência da saga. Antes, o trio de mascarados que atacavam pessoas não tinha motivos aparentes para sua agressão, e nem mesmo revelavam o rosto. A ideia era uma sensação constante de paranoia, de um país falido onde a polícia não funciona. Entretanto, em Os Estranhos: Capítulo 1 (2024), Os Estranhos: Capítulo 2 (2025) e Os Estranhos: O Capítulo Final (2026), a moral é importantíssima.
Agora, cria-se uma história de origem para os mascarados, um trauma de infância relacionado à infame Tamara, e um motivo para a perseguição visando especificamente a jovem Maya (Madelaine Petsch). O filme de conclusão inclusive busca uma carga religiosa para sustentar o desfecho.
Mas por que ocorreu tal mudança? Descubra na crítica.


