Uma comédia de terror repleta de problemas de direção e roteiro.
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Terror
Um terror mais interessado em seus monstros do que nos humanos. Festival de Gramado 2026.
Uma divertida homenagem aos filmes de terror, apesar de se complicar demais na hora de terminar a história.
O mercado é o lugar onde se mata e se vive, se agride e se devora. Festival de Vitória 2026.
Um filme de terror e ficção científica com graves problemas de mise en scène. Festival de Vitória 2026.
O especialista em cinema de terror, nascido em Guarapari, fez um discurso inspirador ao público.
Uma leitura bastante autoral e ousada da franquia Evil Dead.
Paolla Oliveira interpreta mãe e filha em terror marcado por inveja, ciúme e monstruosidades atrás da porta.
Um body horror mal pensado em termos de estética de terror. O que os criadores teriam a dizer sobre sua monstruosidade?
Uma representação indiferente da indiferença humana. Olhar de Cinema 2026.
Uma sátira ao belo momento do terror e ao péssimo momento dos Estados Unidos.
O cineasta e os atores Giuliano Garutti, Lucas Bocalon e Henrique Natálio discutem a fábula queer.
Imagens impressionantes são prejudicadas por fraca explicação psicológicas.
Um filme de terror onde namorado e namorada são, ao mesmo tempo, o vilão e a vítima.
Luiza Shelling Tubaldini, Thais Lago, Gabriel Stauffer, Erom Cordeiro e Iuri Saraiva falam sobre a estreia de 21 de maio nos cinemas.
Um filme desigual sobre ataques de monstros em Florianópolis.
A boneca-humana é, ao mesmo tempo, agressora e vítima. Um terror provocador.
Duas garotas brincam de bruxaria, com consequências reais até demais.
Agora, o monstro é a filha adolescente de uma família comum. Uma releitura ousada por parte de Lee Cronin.
A trilogia se encerra virando às costas à essência da saga original de terror.
Um filme que parece ter algo muito sério a dizer — mas não sabe exatamente o quê. Mostra Farol 2026.
Uma sequência divertida, mesmo que perca um pouco do fator surpresa.
O dispositivo da câmera corporal é mal utilizado em terror que enxerga pessoas em situação de rua como zumbis perigosos.
Uma mulher admirável é aquela que sobrevive à tortura?
Boas ideias mergulhadas em vários problemas de roteiro e direção.
História incoerente, efeitos digitais fracos e atuações piores ainda.
Mais violência, e fotografia totalmente diferente, nas mãos de Nia DaCosta.
Um terror simples, direto, sem comentários sociais nem preocupações políticas particulares.
O melhor do ano entre os filmes estrangeiros lançados comercialmente no Brasil.






























