Dez anos após o sucesso da animação, Moana ganha uma versão em live action no cinema. Agora, Catherine Laga’aia interpreta a heroína, enquanto Dwayne Johnson continua no papel do semideus Maui. A direção fica a cargo de Thomas Kail.
A história segue idêntica, com um chamado das águas para que a jovem Moana quebre uma maldição e salve o seu povo. Mas o que justifica fazer um segundo filme com a mesma trama, copiando o percurso, cena a cena? Que diferenças esta versão com atores em frente às câmeras traz ao espectador, em relação à animação de 2016?
A crítica investiga as motivações para estas refilmagens, além do sentimento de frustração que deriva destas iniciativas.
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