Uma comédia que deseja tanto ridicularizar estes assaltantes atrapalhados quanto honrá-los enquanto representantes do povo. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
Um olhar afetivo às empregadas domésticas conforme a diretora Karol Maia investiga a própria infância. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
As ferramentas específicas do cinema servem a valorizar o trabalho da dança. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um cinema romântico, que infantiliza relações humanas sob pretexto de homenageá-las. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Durante a ditadura, personagens transitam por um mundo misterioso e sépia que nunca se desvenda ao espectador. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Uma conversa livre com Zé Celso sobre a criação, o teatro, o cinema, a política. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A juventude Kalunga de Goiás se expressa em conversas tão agradáveis quanto convencionais. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um drama histórico que parte da escravidão para sugerir: por que não podemos todos apenas ser bons amigos? 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Uma releitura existencialista e assumidamente caótica do vampiro de Bram Stoker. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um curta-metragem sobre como passamos o bastão para as próximas gerações. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A luta de ribeirinhos afetados pela barragem de Belo Monte é limitada a diálogos e denúncias, com pouco apuro estético. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A vida e obra de Cacá Diegues, visto enquanto pensador do cinema brasileiro, e militante de uma produção popular. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um terror intenso e absurdo sobre os prazeres de testemunhar o sofrimento alheio.
Um retrato poético, mais interessado em despertar sensações do que explicar seu protagonista.
Os dois diretores e a atriz principal comentam o belo road movie pelas estradas brasileiras.
Cinema e teatro se unem para comentar a pandemia e a violência do poder no Brasil.
Duas mulheres estão presas a uma casa abandonada, numa cidade vazia. Um drama sobre ilusões e resistência.
O cineasta comenta o híbrido de documentário e ficção realizado ao longo de quase vinte anos.
Dois personagens discutem o valor da própria vida e a dificuldade de conquistar a morte.
Um desfecho mais sentimental do que assustador. Mas Michael Chaves consegue amarrar bem as quatro histórias de Ed e Lorraine Warren.
Metade filosofia existencialista, metade autoajuda de banca de jornal. Baseado em Stephen King.
Um filme de super-heróis onde toda a ação é narrada por comentaristas. Cinefantasy 2025.
Uma fábula sobre luto e saúde mental pela perspectiva das crianças.
Um monstro ataca a praia de banhistas solitários. Mas ninguém se importa. Mostra Quelly 2025.
Uma rede de travestis soluciona crimes pela noite. Mostra Quelly 2025.
Mulheres trans e travestis ocupam o espaço público, literalmente — na forma de uma monstruosidade de 100 metros. Mostra Quelly 2025.
Um assassino monstruoso mata suas vítimas de prazer, sugando a vida pelo pênis. Mostra Quelly 2025.
Uma mulher mergulha fundo em sua própria natureza (além da natureza de outra mulher). Mostra Quelly 2025.
O curta-metragem parte de uma metáfora potente. Ao analisar a fronteira entre países, ele pensa em paralelo as fronteiras entre...
































