Três mulheres da mesma família sofrem, mas nunca sabemos ao certo o porquê. Olhar de Cinema 2025.
Filmes
Letícia Simões imagina um Brasil futurista para discutir insurreições populares do Norte e Nordeste no século XIX. Olhar de Cinema 2025.
Um estudo da manipulação extrema do próprio corpo enquanto forma de liberdade. Olhar de Cinema 2025.
Um filme rebelde, anti-narrativo, e muito contente em desafiar as normas. Olhar de Cinema 2025.
Um olhar tão respeitoso quanto pouco questionador aos pastores mirins. Olhar de Cinema 2025.
Uma atriz se vê presa numa ilha onde todos os moradores são personagens de William Shakespeare. Olhar de Cinema 2025.
Albert Serra observa com proximidade e horror os rituais envolvendo touradas. Olhar de Cinema 2024.
Pequenos ladrões revidam contra pequenos golpistas nesta mistura curiosa de suspense policial e comédia farsesca. Olhar de Cinema 2025.
A versão live-action da animação preserva o olhar progressista, enquanto capricha na ação e na aventura.
Um belo drama que homenageia a maternidade justamente por evitar sua idealização.
A refilmagem de um suspense ruim acumula intermináveis problemas de bastidores.
O spin-off da saga John Wick não está à altura dos filmes originais, mas ainda traz boas cenas de ação lideradas por Ana de Armas.
A história real serve para discutir, com bom humor, as fronteiras entre capitalismo e socialismo.
Se Cazuza é bom, todo filme sobre Cazuza É bom? Um debate sobre cinema e representação. Festival In-Edit 2025.
Um romance filmado com telefone celular, incapaz de perceber a superficialidade de suas lições de autoajuda.
Uma brincadeira simples até demais com o egocentrismo do pintor espanhol.
Uma bela animação a respeito da morte e dos dilemas da sociedade contemporânea.
Um filme desigual a respeito da luta de uma mulher por autonomia — e das violências encontradas no caminho.
Um filme perdido em termos de tom, objetivos e discurso político.
Um documentário clássico, movido por fotografias e reflexões excelentes a respeito do racismo na África do Sul e nos Estados Unidos.
Wes Anderson faz mais um filme luxuoso, com pouco a dizer a respeito dos temas abordados.
Anthony Hopkins tortura Bill Skarsgard, e o diretor David Yarovesky se delicia com a violência.
Uma versão mais infantil e conservadora, que abandona a melancolia da animação original.
O dia a dia duríssimo de um imigrante na França. Mas a sequência de abusos e humilhações constitui um humanismo?
Um filme nostálgico, que se leva a sério demais e eleva Tom Cruise ao patamar de salvador da humanidade.
Um modesto filme-catástrofe português que nem adere de fato ao gênero, nem tem coragem de romper com ele.
Uma egotrip na qual o cantor tenta vender a ideia que seus privilégios, na verdade, constituem um grande fardo para esta alma sensível.
Novas mortes, e mais questionamentos sobre as vidas preciosas ou vidas banais da franquia de terror.
Um grupo de mulheres parte numa viagem sem rumo. E o filme as acompanha, recusando qualquer regra ou convenção.
Um pastiche de filmes de ação norte-americanos, tentando reivindicar ironicamente uma identidade típica do Mato Grosso do Sul.
































