Dos sete longas-metragens selecionados, quatro são dirigidos por mulheres.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
A esquerda antiga ridiculariza a esquerda contemporânea e não percebe que faz o jogo da direita.
Personagem feminina forte é mulher com metralhadora na mão? Sobre o filme de ação com Jessica Alba na Netflix.
Um filme sisudo e antiquado, movido pela vontade de denunciar o autoritarismo religioso.
Um filme de terror sobre a nossa relação de crença com as imagens.
Uma defesa de cinema, gênero e sexualidade em constante transformação, sem a necessidade de se rotular. Um dos melhores filmes sobre a transexualidade já feitos.
O fim da trilogia sobre o mundo das imagens, com direção de Ti West e estrelada por Mia Goth.
Um filme pequeno em personagens e proporções, que se pergunta: que peso tem o apocalipse aos olhos de uma pessoa à beira da morte?
A chegada à puberdade traz novas emoções e conceitos complexos, como o inconsciente, à animação infantil.
Cena após cena, vítimas são torturadas por vilões muito malvados num preto e branco sinistro.
A saga de Gru e dos Minions vai desconstruindo os elementos que definiam seus personagens principais.
Por que estes filmes sobre gays contemporâneos, e sobre a experiência de fazer filmes, soam tão distantes da realidade?
Marão, Sávio Leite, Igor Bastos, Tânia Anaya e Marco Arruda discutem os desafios do setor no Brasil. CineOP 2024.
Sérgio Gag faz um filme sobre o filme nunca finalizado por Guará, e resgata o ideal de um cinema hippie brasileiro. CineOP 2024.
Dois homens inseparáveis duelam pela mesma mulher nesta fábula homoerótica. CineOP 2024.
Um tema histórico fascinante dá origem a um documentário protocolar. CineOP 2024.
Camila Kater, Nara Normande, Rosana Urbes, Ingrid Wagner e Helena Lustosa discutem os desafios do cinema de animação no Brasil. CineOP 2024.
Uma sessão de curtas-metragens de animação e um longa-metragem histórico apresentam os primórdios da cinematografia chilena. CineOP 2024.
Um filme singelo onde o carinho entre mulheres busca disfarçar algumas deficiências de produção. Olhar de Cinema 2024.
Uma mulher negra atravessa o Rio de Janeiro em séculos diferentes. Olhar de Cinema 2024.
Uma cuidadora, acostumada a testemunhar a morte, precisa cuidar de seus próprios afetos. Olhar de Cinema 2024.
O diretor João Wainer e os atores Maria Bomani, Jean Amorim, Milhem Cortaz e Otto discutem a adaptação da história real ocorrida na favela da Rocinha.
Uma obra anárquica e caótica sobre as relações de trabalho no Brasil. Olhar de Cinema 2024.
Um grupo de ativistas que nunca vemos luta pela preservação de um lago que mal conhecemos. Olhar de Cinema 2024.
Um andarilho chamado Terceiro Mundo atravessa São Paulo em cenas musicais. Olhar de Cinema 2024.
Um cinema convencional que aborda, dentro das limitações do formato, as vivências não-convencionais entre Geórgia e Turquia. Olhar de Cinema 2024.
Um viajante intergaláctico queer busca destruir os binarismos no Brasil conservador. Olhar de Cinema 2024.
Na vida da patroa mais gentil, chega o marido mais violento. Um retrato caricatural das relações de gênero. Olhar de Cinema 2024.
Greice vive uma ficção — ou melhor, várias. Conforme mente e inventa, o filme se apaixona por ela. Olhar de Cinema 2024.
Uma pesquisa histórica fascinante dá origem a uma pesquisa cinematográfica protocolar. Olhar de Cinema 2024.































