As lembranças e emoções de uma fotógrafa que não teve reconhecimento durante 50 anos. Olhar de Cinema 2024.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
Pelo olhar de Cláudio Marques, apenas o realismo fantástico consegue representar a justiça brasileira. Olhar de Cinema 2024.
Um filme que pensa grande, mas não consegue inserir sua distopia brasileira nos moldes da pequena produção independente. Olhar de Cinema 2024.
Uma mulher não deseja ser mãe, e abandona o bebê na maternidade. Como acompanhá-la, sem julgá-la? Olhar de Cinema 2024.
A luta de uma família pernambucana pelo direito à saúde e à moradia.
O diretor explica seu interesse por personagens em deslocamento, a partir deste drama em preto e branco que traz imigrantes libaneses à Amazônia. Olhar de Cinema 2024.
Um cruzamento interessante entre gênero(s) e sexualidade, refletidos na figura de monstros.
Uma mulher intelectual descobre a importância do prazer. Olhar de Cinema 2024.
Uma estética imponente para representar desejos e humanismo. Olhar de Cinema 2024.
Uma conversa com Caio Blat, Luisa Arraes, Eduardo Sterblitch, Rodrigo Lombardi, Luis Miranda e Guel Arraes sobre o "Mad Max brasileiro".
Uma comédia romântica doce e alienada. O que significa esta abordagem em pleno 2024?
O encontro sonhado entre Hitler, Mussolini, Stalin e Churchill interessa muito mais pela ideia do que pela execução.
O diretor e o ator comentam o drama a respeito de um humorista triste, que reencontra a filha abandonada.
Uma ótima franquia entregue nas mãos de um diretor mais propenso às paródias de terror.
Uma sequência de cenas de opressão, que chega exatamente no mesmo ponto de onde partiu.
Os dois atores e o diretor Flavio Botelho discutem o drama vencedor do prêmio do público na Mostra de São Paulo.
Um excelente terror feminista e pró-aborto estrelado por Sydney Sweeney.
Os atores e o diretor Paulo Machline comentam a biografia do cantor Sidney Magal.
A franquia de terror praticamente recomeça, ignorando a catástrofe do filme inicial. No entanto, entrega uma segunda tentativa igualmente ruim.
Uma biografia muito mais focada na vida pessoal do que profissional de Amy Winehouse.
Uma comédia que deseja rir de mulheres gordas enquanto denuncia a gordofobia.
Em seu primeiro longa-metragem como diretor, Dev Patel encarna o herói forte, defensor das minorias.
Os criadores discutem o drama antirracista filmado no Vidigal, em plena pandemia.
Cinco longas e dezesseis curtas-metragens disputam a mostra competitiva nacional.
A sequência de Mad Max: Estrada da Fúria expande a mitologia de George Miller e faz algumas concessões ao público médio.
O clássico baseado em Clarice Lispector retorna aos cinemas em cópia restaurada.
Fiona Gordon e Dominique Abel comentam o curioso encontro entre humor físico e história de detetives.
Duas gerações de mulheres negras se encontram durante dez anos para discutir o enfrentamento às estruturas viciadas.
A série da Netflix apresenta uma história de abusos e perseguição entre duas pessoas com problemas de saúde mental.
Os atores comentam a comédia popular situada durante uma viagem à Colômbia.






















