Sem Sol (1983)

Qual o seu filme favorito de todos os tempos? Eu sempre fui fascinado por Sem Sol (Sans Soleil), de Chris Marker, embora nunca tivesse feito uma crítica a respeito. Resolvi finalmente desenvolver algumas ideias em vídeo sobre o ensaio fascinante do cineasta francês, enquanto passava pelo Japão, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Islândia e França.

Ele concebe um viajante fictício, Sandor Krasna, que, após várias voltas ao mundo, começa a se interessar apenas pela banalidade. Assim, registra a vida de pessoas comuns em diferentes países, pensando na maneira como experimentam o tempo e representam seus desejos e dores. Nasce uma ponte improvável entre as histórias cotidianas e os grandes acontecimentos do século XX, desafiado “pela cohabitação do tempo”.

Crítica no ar:

Sem Sol (1983)
10
Nota 10/10

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