A nova comédia estrelada por Ingrid Guimarães mostra uma Amazônia exótica, e não dá protagonismo a nenhum personagem da região.
Críticas
Bruno Carmelo e Messias Adriano avaliam o ótimo thriller político de Paul Thomas Anderson.
A coletânea de curtas-metragens cearenses, estimulados pela Quinzena dos Realizadores de Cannes, demonstra o poder dos encontros. 35º Cine Ceará 2025.
No futuro, teremos toda a tecnologia à disposição, mas isso não nos salvará do fim do mundo. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um filme-experimento mais carinhoso do que disruptivo, acompanhando o último dia de uma escola de samba falida. 58º Festival de Cinema de Brasília.
Uma comédia que deseja tanto ridicularizar estes assaltantes atrapalhados quanto honrá-los enquanto representantes do povo. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Duas mulheres vivendo no arquipélago de Abrolhos revelam a complexa relação cotidiana com a natureza. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um olhar afetivo às empregadas domésticas conforme a diretora Karol Maia investiga a própria infância. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
As ferramentas específicas do cinema servem a valorizar o trabalho da dança. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um cinema romântico, que infantiliza relações humanas sob pretexto de homenageá-las. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Durante a ditadura, personagens transitam por um mundo misterioso e sépia que nunca se desvenda ao espectador. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Uma conversa livre com Zé Celso sobre a criação, o teatro, o cinema, a política. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um romance repleto de magias, coincidências e golpes do destino.
A juventude Kalunga de Goiás se expressa em conversas tão agradáveis quanto convencionais. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um drama histórico que parte da escravidão para sugerir: por que não podemos todos apenas ser bons amigos? 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Uma releitura existencialista e assumidamente caótica do vampiro de Bram Stoker. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um curta-metragem sobre como passamos o bastão para as próximas gerações. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A luta de ribeirinhos afetados pela barragem de Belo Monte é limitada a diálogos e denúncias, com pouco apuro estético. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
A vida e obra de Cacá Diegues, visto enquanto pensador do cinema brasileiro, e militante de uma produção popular. 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Um terror intenso e absurdo sobre os prazeres de testemunhar o sofrimento alheio.
Um retrato poético, mais interessado em despertar sensações do que explicar seu protagonista.
Duas mulheres estão presas a uma casa abandonada, numa cidade vazia. Um drama sobre ilusões e resistência.
Um desfecho mais sentimental do que assustador. Mas Michael Chaves consegue amarrar bem as quatro histórias de Ed e Lorraine Warren.
Metade filosofia existencialista, metade autoajuda de banca de jornal. Baseado em Stephen King.
Um filme de super-heróis onde toda a ação é narrada por comentaristas. Cinefantasy 2025.
Uma fábula sobre luto e saúde mental pela perspectiva das crianças.
Um monstro ataca a praia de banhistas solitários. Mas ninguém se importa. Mostra Quelly 2025.
Uma rede de travestis soluciona crimes pela noite. Mostra Quelly 2025.
Mulheres trans e travestis ocupam o espaço público, literalmente — na forma de uma monstruosidade de 100 metros. Mostra Quelly 2025.
































