Um grupo de pessoas marginalizadas se une na tentativa de fazer as pazes com seus próprios fantasmas.
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Um romance cheio de propostas revolucionárias, representado com certa timidez por Luca Guadagnino.
Dois filmes radicalmente diferentes a partir da mesma premissa infantil - um deles dirigido por Guillermo del Toro, e o outro, por Robert Zemeckis.
João Pedro Faro, Bruno Lisboa e Miguel Clark discutem o cinema brasileiro radical durante a Mostra de Tiradentes 2024.
Da cultura americana à sul-coreana, do cinema ao streaming, do blockbuster ao filme-evento.
Um filme sobre super-heróis fragilizados e pressionados pela opinião pública, em resposta aos tempos de Trump.
Uma conversa com o crítico de cinema e professor da FAAP.
Uma releitura feminista e vibrante da noiva de Frankenstein.
Uma comédia de terror sobre o medo da morte, adaptada de Stephen King.
Anthony Hopkins tortura Bill Skarsgard, e o diretor David Yarovesky se delicia com a violência.
O diretor explica a origem do projeto que mistura autobiografia e análise sobre os cinemas de rua no Recife. Festival de Gramado 2023.
Um desfecho mais sentimental do que assustador. Mas Michael Chaves consegue amarrar bem as quatro histórias de Ed e Lorraine Warren.
Um drama que investiga memória e resistência face às ditaduras brasileira e argentina.
Um drama sobre recomeços e acertos de conta com o passado.
A diretora e os dois atores discutem esta obra magistral e ambiciosa, que percorre vários séculos da história brasileira, de Nova York ao Xingu.
Um belo romance gay adaptado do livro de Vitor Martins.
Uma produção ambiciosa e repleta de cenas de ação competentes, ainda que pouco original.
Uma comédia inspirada nas músicas de Adoniran Barbosa.
Uma refilmagem cheia de efeitos, mas preservando a perspectiva de mundo à moda antiga.
Ela discute a evolução da crítica de cinema e o papel do Coletivo Elviras de mulheres do audiovisual.
O filme, em cartaz nos cinemas, encerra a trilogia sobre animais da fauna brasileira.
O diretor Bruno Safadi e as atrizes Isábel Zuaa e Nash Laila comentam o filme que atualiza o mito de Adão e Eva.
"O Brasil são as empregadas domésticas", explica a cineasta, sobre o documentário que estreia em 7 de maio.
Uma comparação entre Nosferatu (2024, Robert Eggers) X Nosferatu (1922, F.W. Murnau) X Nosferatu: O Vampiro da Noite (1979, Werner Herzog).
Forte premissa é prejudicada por desenvolvimento incoerente do terror.
Uma bela animação a respeito da morte e dos dilemas da sociedade contemporânea.
A atriz e a diretora discutem o filme brasileiro que aborda a "cura gay" com uma mistura de drama e humor.
Imagens impressionantes são prejudicadas por fraca explicação psicológicas.
Mais violência, e fotografia totalmente diferente, nas mãos de Nia DaCosta.

















