Uma história real, uma grande produção, e uma ótima atriz. O Testamento de Ann Lee tem tudo para chamar atenção, a partir da polêmica origem dos shakers. Este estudo da seita investiga como uma mulher tomou a liderança do grupo. Em paralelo, mergulha na visão bastante particular de Ann Lee (Amanda Seyfried) sobre o celibato e a natureza divina.
A diretora Mona Fastvold transforma o filme num musical, repleto de furor e êxtase religioso. Ao mesmo tempo, o resultado soa um tanto frio, devido à recusa de enxergar a história pelos olhos da protagonista, e à sobrecarga de reviravoltas, que dificulta a compreensão da psicologia.
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