A imigração por um retrato esteticamente deslumbrante, mas um tanto anestesiado enquanto discussão política. Mostra de Gostoso 2025.
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Portugal
Uma viagem etérea pelo Alentejo, revestindo documentos históricos com poesia. Mostra de São Paulo 2025.
Dois personagens discutem o valor da própria vida e a dificuldade de conquistar a morte.
Um olhar melancólico ao prazer feminino, através da história de uma religiosa e seu dildo. Mostra Quelly 2025.
Uma atriz se vê presa numa ilha onde todos os moradores são personagens de William Shakespeare. Olhar de Cinema 2025.
Um modesto filme-catástrofe português que nem adere de fato ao gênero, nem tem coragem de romper com ele.
O diretor português e a montadora uruguaia apresentam na Mostra de São Paulo o curioso A Savana e a Montanha, mistura de documentário e ficção.
Uma obra situada entre o realismo social e a fantasia lúdica. Festival de Locarno 2024.
O discurso de proteção ecológica embalado numa estética familiar até demais. Festival de Paraty 2024.
Amandyra, Dipas, Mauro Soares e Isábel Zuaa comentam a premiada comédia luso-brasileira.
Uma mulher negra atravessa o Rio de Janeiro em séculos diferentes. Olhar de Cinema 2024.
Greice vive uma ficção — ou melhor, várias. Conforme mente e inventa, o filme se apaixona por ela. Olhar de Cinema 2024.
Um vertiginoso jogo de metalinguagem, a respeito de possuir pessoas por meio do cinema. Festival de Berlim 2024.
A proposta de olhar para o cotidiano mais banal de modo diferente, curioso, mágico.
Uma criança observadora descobre a morte, em mais um belo e competente exemplar ibero-americano do gênero.
O cineasta fala sobre a bela fantasia musical que reúne o herdeiro da monarquia portuguesa e um bombeiro numa história de amor.
No interior de um hotel decadente, avó, mãe e filha se amam e se humilham até a morte. Festival de Berlim 2023.
Uma trama sobre gêmeos, duplos e farsas, envolta numa linguagem familiar até demais. Mostra de Tiradentes 2023.
Uma conversa sobre a comédia Diários de Otsoga, filme realizado durante o isolamento pela Covid-19.
É possível fazer um cinema tão estilizado quanto humano. Uma verdadeira obra-prima.
Um discurso complexo em embalagem tão funcional quanto quadrada.























