Bruno Carmelo e Messias Adriano avaliam o ótimo thriller político de Paul Thomas Anderson.
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Ação
Uma comédia leve e, no fundo, pouco preocupada com seus próprios personagens.
O cineasta e o ator falam sobre a comédia de ação que também brinca com a cultura de Argentina e Paraguai.
Sequência conserta problemas do primeiro filme e melhora cenas de ação.
Uma comédia de ação à moda antiga, sustentando a ideia de que, para proteger nossa família, toda infração é perdoada.
Um filme de ação modesto em investimento e criatividade, mas bastante consciente disso.
O spin-off da saga John Wick não está à altura dos filmes originais, mas ainda traz boas cenas de ação lideradas por Ana de Armas.
Um filme nostálgico, que se leva a sério demais e eleva Tom Cruise ao patamar de salvador da humanidade.
Um pastiche de filmes de ação norte-americanos, tentando reivindicar ironicamente uma identidade típica do Mato Grosso do Sul.
Um roteiro bastante fraco, elevado por uma direção excelente.
Uma comédia familiar que troca os princípios do game por uma aventura genérica.
Uma doença transformada em superpoder, ou novas estratégias do cinema de ação.
Um espião suspeita da própria esposa quando se revela a existência de um traidor na agência onde trabalha.
Uma novela que mistura mafiosos e melodrama familiar de maneira bastante desajeitada. Festival de Berlim 2025.
Um espetáculo de ultraviolência, muito bem coreografado, mas questionável enquanto discurso.
Uma grande bagunça de tons e narrativa, combinada com representações preconceituosas da "América profunda".
Um filme que enxerga os fenômenos naturais como "parte ciência, parte religião".
Personagem feminina forte é mulher com metralhadora na mão? Sobre o filme de ação com Jessica Alba na Netflix.
Em seu primeiro longa-metragem como diretor, Dev Patel encarna o herói forte, defensor das minorias.
Um filme que pretende denunciar a mesma violência que se diverte tanto em filmar.
Homenagem aos dublês perde tempo demais em diálogos e piadas desgastados, mas se recupera no final.
Uma refilmagem cheia de efeitos, mas preservando a perspectiva de mundo à moda antiga.
Uma megaprodução de comédia e aventura, utilizando personagens reais na tentativa de cativar o público médio.
Um mundo de violências onde os homens se devoram e as mulheres representam a pureza. Festival de Roterdã 2024.
Uma história absurda, mas plenamente consciente disso. Em alguns casos, é justamente no ridículo que a indústria permite um pouco de criatividade.
Poucos filmes representam tão bem a lógica infantil de brincar com bonequinhos, imaginando uma guerra do bem contra o mal.
De volta ao cinema de ação dos anos 1980, com homens fortes salvando mocinhas das garras de estrangeiros malvados.
Um grupo de jovens pecadores é punido pelo ataque de um tubarão.
Cinema brasileiro sobre a cultura japonesa que não representa nem o Brasil, nem o Japão.




























