Muito tempo depois do bem-sucedido A Rede Social (2010), o diretor Aaron Sorkin (A Grande Jogada) comanda a sequência. Em O Outro Lado das Redes (The Social Reckoning, no original), ele investiga o impacto do Facebook e das redes sociais nas nossas vidas.
O principal argumento do filme, baseado em fatos, diz respeito à radicalização dos usuários em conteúdos de ódio, favorecendo a ascensão política da extrema-direita. O filme analisa a recusa de Mark Zuckerberg (Jeremy Strong) em controlar o conteúdo das plataformas.
Enquanto isso, a funcionária Frances Haugen (Mikey Madison) denuncia as más práticas da empresa ao jornalista Jeff Horwitz (Jeremy Allen White), do Wall Street Journal, que publica várias matérias intituladas The Facebook Files.
Logo, o drama defende a tese de que o algoritmo é o principal responsável por fomentar e violência, a polarização e a alienação do povo, que se informa cada vez mais exclusivamente pelas redes sociais e pelo WhatsApp.
Mas qual é a importância de trazer este alerta agora, em 2026? As pessoas já não sabem disso? De que maneira esta constatação dialoga com a ascensão dos discursos de ódio pelo mundo, e com as eleições no Brasil? Resposta no vídeo.




