O discurso de proteção ecológica embalado numa estética familiar até demais. Festival de Paraty 2024.
Festivais
O cotidiano tem seus encantos, ou a celebração daqueles que não costumam ser vistos. Festival de Paraty 2024.
Uma vila de pescadores é transformada pela chegada da luz elétrica. Alguns laços se formam, e outros se desfazem. Festival de Paraty 2024.
Márcio Picoli e Victor di Marco explicam a necessidade de reconfigurar o nosso imaginário a respeito de deficiência e alteridade.
Pela primeira vez, um longa-metragem capixaba levou o prêmio principal do evento.
Para escutar as mulheres indígenas que enfrentam o avanço de igrejas evangélicas em sua cultura, as diretoras utilizam recursos muito frágeis de luz, som e montagem. Festival de Vitória 2024.
Cinco curtas-metragens da mostra competitiva dialogam diretamente com um passado saudoso ou assustador.
Formas de cinema praticamente opostas convivem dentro da Mostra de Cinema Ambiental. A importância do tema dispensa a necessidade de pensar a estética?
O imaginário de Pixote e Cidade de Deus sobrevive no cinema contemporâneo. Festival de Vitória 2024.
Sobre os curtas-metragens da Mostra Quatro Estações, de cinema LGBTQIA+ e da Mostra Fantástica.
Uma excelente safra de curtas-metragens nos faz comemorar os novos talentos, mas também questionar o abismo separando estes projetos dos longas-metragens.
Um cinema simplíssimo, que evita qualquer forma de conflito — para o bem ou para o mal. Festival de Vitória 2024.
Quatro curtas-metragens locais demonstram a força das novas vozes capixabas.
Uma série de performances mais interessantes enquanto conceito do que realização. Festival de Vitória 2024.
O evento traz sessões presencialmente, no CineSesc, além de exibições online no SpcinePlay.
Dos sete longas-metragens selecionados, quatro são dirigidos por mulheres.
Marão, Sávio Leite, Igor Bastos, Tânia Anaya e Marco Arruda discutem os desafios do setor no Brasil. CineOP 2024.
Sérgio Gag faz um filme sobre o filme nunca finalizado por Guará, e resgata o ideal de um cinema hippie brasileiro. CineOP 2024.
Dois homens inseparáveis duelam pela mesma mulher nesta fábula homoerótica. CineOP 2024.
Um tema histórico fascinante dá origem a um documentário protocolar. CineOP 2024.
Camila Kater, Nara Normande, Rosana Urbes, Ingrid Wagner e Helena Lustosa discutem os desafios do cinema de animação no Brasil. CineOP 2024.
Uma sessão de curtas-metragens de animação e um longa-metragem histórico apresentam os primórdios da cinematografia chilena. CineOP 2024.
Um filme singelo onde o carinho entre mulheres busca disfarçar algumas deficiências de produção. Olhar de Cinema 2024.
Uma mulher negra atravessa o Rio de Janeiro em séculos diferentes. Olhar de Cinema 2024.
Uma cuidadora, acostumada a testemunhar a morte, precisa cuidar de seus próprios afetos. Olhar de Cinema 2024.
A diretora comenta o divertido filme queer, exibido no Olhar de Cinema 2024.
Uma obra anárquica e caótica sobre as relações de trabalho no Brasil. Olhar de Cinema 2024.
Um grupo de ativistas que nunca vemos luta pela preservação de um lago que mal conhecemos. Olhar de Cinema 2024.
Um andarilho chamado Terceiro Mundo atravessa São Paulo em cenas musicais. Olhar de Cinema 2024.
Um cinema convencional que aborda, dentro das limitações do formato, as vivências não-convencionais entre Geórgia e Turquia. Olhar de Cinema 2024.
































