Depois de tantos filmes adaptados de Resident Evil, com Milla Jovovich no papel principal, a nova versão gerava bastante expectativa. O diretor Zach Cregger (de A Hora do Mal e Noites Brutais) comanda o longa-metragem, que prefere se focar num personagem comum, durante uma única noite.
Bryan (Austin Abrams) precisa fazer uma entrega urgente ao Hospital Raccoon General. Mas no caminho, uma série de situações absurdas despertam a impressão de que algo está errado. O rapaz começa a encontrar doentes e infectados, até constatar uma crise geral. Como chegar ao destino, e de que forma retornar nestas circunstâncias?
Este Resident Evil surpreende bastante. Nada de herói virtuoso e forte, apenas um homem qualquer. As grandes cenas de ação são substituídas pela tensão e pelo humor do absurdo. Aos poucos, Zach Cregger e sua equipe desenvolvem uma série de cenas memoráveis, muito bem filmadas e sonorizadas. Desta vez, parece que as adaptações de games ao cinema amadureceram muito.
Confira a crítica do Meio Amargo:




