Uma montagem pop, cínica e engraçada sobre todos os problemas do Brasil. Olhar de Cinema 2025.
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Três mulheres da mesma família sofrem, mas nunca sabemos ao certo o porquê. Olhar de Cinema 2025.
Letícia Simões imagina um Brasil futurista para discutir insurreições populares do Norte e Nordeste no século XIX. Olhar de Cinema 2025.
Um olhar tão respeitoso quanto pouco questionador aos pastores mirins. Olhar de Cinema 2025.
O documentário pernambucano chega aos cinemas em 12 de junho, Dia dos Namorados.
O CineOP ocorre entre os dias 25 e 30 de junho, valorizando a história, a preservação e a educação audiovisual.
Se Cazuza é bom, todo filme sobre Cazuza É bom? Um debate sobre cinema e representação. Festival In-Edit 2025.
Um drama que investiga memória e resistência face às ditaduras brasileira e argentina.
Os dois filmes voltam ao cinema em cópias restauradas.
Uma entrevista sobre o documentário que acompanha sete décadas na vida da artista.
A cineasta, junto de Jamilli Correa, Dira Paes, Rômulo Braga e Fátima Macedo conversam sobre o drama que denuncia o abuso de meninas na Ilha do Marajó.
Um pastiche de filmes de ação norte-americanos, tentando reivindicar ironicamente uma identidade típica do Mato Grosso do Sul.
Um olhar plácido ao racismo e ao antissemitismo através do encontro real entre duas mulheres.
O cineasta fala sobre o documentário que acompanha Sidarta Ribeiro numa investigação a respeito da natureza dos sonhos.
São cerca de 80 filmes no total, divididos entre diversas mostras brasileiras e internacionais.
Uma conversa com Jesuíta Barbosa, Jullio Reis, Bruno Montaleone e o diretor Esmir Filho.
Diretor e atrizes discutem o filme de ação brasileiro, vencedor do prêmio Netflix na Mostra de São Paulo.
Para onde vão estes personagens que perambulam pela madrugada de Belo Horizonte?
Um documentário acadêmico e explicativo sobre o pintor cearense.
Um documentário que acompanha o artista no dia a dia, para compreender o processo de criação de obras conceituais. É Tudo Verdade 2025.
O famoso edifício paulistano é visto de longe, com cuidado, evitando entrar nas milhares de residências. É Tudo Verdade 2025.
O diretor de Iracema, uma Transa Amazônica faz uma curiosa análise de sua carreira. Festival É Tudo Verdade 2025.
Bárbara Paz privilegia a poesia ao didatismo em seu documentário sobre as inundações no Rio Grande do Sul. Festival É Tudo Verdade 2025.
Profissionais exigem valor mínimo de 12% do faturamento das plataformas reinvestidos no audiovisual brasileiro.
Rita Lee narra seu próprio percurso sem vaidades nem tabus. Festival É Tudo Verdade 2025.
Um retrato empático, embora limitado, da marginalidade paulistana.
Conversa com Suzana Pires, Marieta Severo, Fabiana Karla, Ângelo Paes Leme, Clélia Bessa e Rosane Svartman.
Uma aventura intergaláctica que se aproxima dos referenciais norte-americanos enquanto abandona sua brasilidade.
A curadora e pesquisadora comenta o machismo no cinema de gênero e os principais filmes de horror comandados por diretoras, dos anos 1970 até hoje.
Uma conversa sobre o documentário brasileiro narrado por Fernanda Montenegro.






























