Filmes
É possível fazer um cinema tão estilizado quanto humano. Uma verdadeira obra-prima.
Um dos primeiros grandes filmes sobre a pandemia de Covid-19. Festival É Tudo Verdade 2022.
Uma comédia que não trabalha o roteiro, os personagens, o espaço, nem o tempo.
Uma narrativa que avança, mas sem saber para onde.
Retrato de um Brasil que já teve papel de respeito na diplomacia internacional. Festival É Tudo Verdade 2022.
“É tão fácil ver hoje. Mas o que fazemos com o que vemos?”. Festival É Tudo Verdade 2022.
A Pixar começa a se repetir em mais uma animação tão competente quanto fetichista em relação às culturas alheias.
Um cinema em primeira pessoa, tão carinhoso quanto autodepreciativo.
Um filme crítico ao Brasil de Bolsonaro, embora mantenha o prazer conservador da violência.
Michael Bay pavimenta seu cinema anti-intelectual e moralista por excelência.
Um filme complexo, até trocar sua criatividade pelo melodrama comum.
Quem é o mais forte: aquela que agride, ou aquele que aguenta os golpes calado?
O capitalismo devora os fracos e empodera os perversos.
Quais os limites de um cinema LGBTQIA+ voltado ao público hétero?
Um filme que adoraria criticar homens escrotos, caso não os achasse bem divertidos.
Os jovens alienados de hoje têm muito a aprender com as gerações anteriores.
Um filme sobre política com medo de se posicionar politicamente.
O discurso que soava conservador nos anos 1960 beira o surrealismo nos dias de hoje.
Um discurso complexo em embalagem tão funcional quanto quadrada.
Homens não precisam ser bons pais; basta se tornarem heróis de ação.
A potente obra política de um coletivo anônimo. Festival É Tudo Verdade 2022.
O cinema da época de disputa de narrativas: vence quem conquistar mais cliques e compartilhamentos.
A história política dos Estados Unidos através de dois jovens pouco politizados.
Um filme de terror direitista para se opor aos tempos de aceitação social.
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