Um cinema radical combinado com a letargia de planos longuíssimos. Mostra de Tiradentes 2026.
Filmes
Um estranho caso em que direção, fotografia, montagem e direção de artes parecem trabalhar em filmes diferentes. Mostra de Tiradentes 2026.
Uma exposição cômica e feroz do próprio diretor. Como reagir ao humor autodepreciativo? Mostra de Tiradentes 2026.
Uma proposta contraditória de apresentar a angústia de uma mulher, mas nunca desvendar sua psicologia. Mostra de Tiradentes 2026.
Personagens marginais perambulam por uma São Paulo adormecida. Mostra de Tiradentes 2026.
Um belo cinema da empatia, prejudicado por problemas de montagem e som. Mostra de Tiradentes 2026.
Uma complexa discussão sobre as diferentes maneiras de reagir à ditadura. Mostra de Tiradentes 2026.
Um padre navega pelo submundo do desejo carnal e queer. Mostra de Tiradentes 2026.
No cinema experimental, vale qualquer coisa? Uma discussão importante a partir desta obra ostensivamente hermética. Mostra de Tiradentes 2026.
Um olhar exaustivo ao modo como as redes sociais fomentam a polarização política e lucram com ela. Mostra de Tiradentes 2026.
O cineasta edita e exibe as gravações caseiras de seu tio. Mas, afinal, o que pretende transmitir a partir do olhar de terceiros? Mostra de Tiradentes 2026.
Uma fantasia hipnótica sobre governos repressivos e corpos livres. Mostra de Tiradentes 2026.
Um cinema experimental e radical, explorando a natureza das imagens e as confissões em off. Mostra de Tiradentes 2026.
Uma vendedora ambulante se relaciona com dois, três, quatro homens. Uma personagem literária numa cidade real até demais. Mostra de Tiradentes 2026.
O dia em que mulheres abusadas decidem romper seus ciclos de violência. Mostra de Tiradentes 2026.
Os bastidores do novo filme de Bressane, com foco em sua direção junto ao resto da equipe. Mostra de Tiradentes 2026.
Um filme ágil e provocador sobre sucesso e fracasso nos Estados Unidos.
Kaouther Ben Hania aposta num cinema-verdade, emotivo e descontrolado, para chamar atenção ao genocídio em Gaza.
História incoerente, efeitos digitais fracos e atuações piores ainda.
Um filme que ridiculariza questões de gênero e sexualidade para se focar na redenção de uma mãe tirânica.
Um filme criativo e muito mais complexo do que a aparência infantil poderia sugerir.
Uma paródia do livro e do filme de Costa-Gavras, destinada a ridicularizar a tudo e a todos.
Um acúmulo de cenas de violência e uma estética mais violenta ainda, como forma de "homenagem".
Mais violência, e fotografia totalmente diferente, nas mãos de Nia DaCosta.
Dois olhares radicalmente diferentes para a mesma trama, entre os filmes de 2025 e 1985.
Um terror simples, direto, sem comentários sociais nem preocupações políticas particulares.
Um dramalhão, com D maiúsculo, como o cinema praticamente não faz mais — para o bem e para o mal.
Um filme mais preocupado com a sensualidade estética do que com a Amazônia ou a religião.
Uma fantasia mais insólita do que coerente. Parte para vários caminhos, mas não sabe exatamente o que dizer com tantos temas.
Um filme que tortura protagonista até ela se tornar uma mãe perfeita.
































