Homo Argentum (2025)

A princípio, esta seria apenas mais uma comédia em esquetes, nos moldes de Relatos Selvagens (2014). Homo Argentum contrata Guillermo Francella para interpretar 16 papéis diferentes, em esquetes autônomas sobre a identidade argentina. Ele encarna tanto o milionário quanto o homem do povo, passando por guardas, padres, comentaristas esportivos, ladrões, etc.

O filme conquistou um grande sucesso na Argentina, até ser oficialmente apoiado pelo presidente Javier Milei, que enxergou nas histórias um ataque aos progressistas e à suposta “agenda woke”. Face às críticas negativas, Francella se posicionou a favor do cinema popular, atacando duramente os filmes de arte que circulam em festivais. Em pouco tempo, Homo Argentum despertou uma polêmica muito mais política do que cinematográfica.

O vídeo resume um pouco desta discussão:

Homo Argentum (2025)
5
Nota 5/10

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