Wes Anderson faz sempre o mesmo (ótimo) filme? Análise sobre uma forma muito particular de autoria no cinema.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
Duas mulheres confrontadas às diferentes naturezas da imagem cinematográfica, fotográfica, publicitária. Festival de Locarno 2023.
Uma astrofísica está em surto psicótico. Ela chora, ela se corta, ela tenta se matar. Enquanto isso, a câmera a admira sofrer.
Um jovem soldado israelense foge da guerra. Se for descoberto, será preso. Como se esconder dos próprios israelenses? Festival de Locarno 2023.
Uma mulher passa os dias num espaço formado por infinitos cômodos vazios. Quem é ela? O que faz ali? O canadense Denis Côté investe num mistério. Festival de Locarno 2023.
Um drama sobre passagem à fase adulta que nunca se decide entre ser sutil e profundamente didático. Festival de Locarno 2023.
Eles são motoristas, faxineiras, empregadas domésticas, porteiros. Eles falam errado, se vestem com roupas cafonas. São barulhentos, atrapalhados, cheios de...
Duas animadoras num hotel turístico dançam, cantam, bebem, fazem sexo, dia após dia, sem parar, sem descansar. Até quando aguentarão? Festival de Locarno 2023.
Um dia insano na vida de um jovem brasileiro gay, morando em Berlim. Festival de Locarno 2023.
Leonardo Martinelli segue investigando a possibilidade de marginalizados ocuparem um lugar de destaque na cidade — em sonhos, pelo menos.
Uma história absurda, mas plenamente consciente disso. Em alguns casos, é justamente no ridículo que a indústria permite um pouco de criatividade.
Um grupo de pessoas marginalizadas se une na tentativa de fazer as pazes com seus próprios fantasmas.
Karine van Ameringen e Iphigénie Marcoux-Fortier dirigem o documentário que conversa com anônimos, num mês frio, sobre seus sonhos e objetivos na vida. Olhar de Cinema 2023.
A proposta de olhar para o cotidiano mais banal de modo diferente, curioso, mágico.
O documentário efetua um belo mergulho antropológico em nossas raízes africanas, mas tem receio excessivo de ferir sensibilidades e apontar dedos a detratores.
Um grupo de personagens egocêntricos se pergunta porque ninguém mais os ama, numa noite repleta de magias e truques.
Numa sociedade britânica ultraconservadora, uma professora lésbica precisa fazer as pazes com sua sexualidade.
O evento ocorre no Recife, entre os dias 4 e 9 de setembro.
Em que medida o fenômeno das dicas e listas de filmes se afasta da função da crítica de cinema?
O cineasta fala sobre o premiado curta-metragem musical em cartaz nos cinemas, junto de Fogo Fátuo.
No total, foram escolhidos 98 filmes do Brasil inteiro, divididos em doze mostras competitivas. Entre os longas-metragens, as diretoras mulheres são maioria.
Um filme de terror repleto de personagens incoerentes e acontecimentos inexplicáveis. Mas basta apagar as luzes e colocar alguns sustos, e está tudo certo, não?
Uma criança observadora descobre a morte, em mais um belo e competente exemplar ibero-americano do gênero.
Um olhar solidário aos dubladores brasileiros enquanto classe profissional negligenciada.
O cineasta fala sobre a bela fantasia musical que reúne o herdeiro da monarquia portuguesa e um bombeiro numa história de amor.
Uma crítica colorida, brincalhona, mas um tanto segura ao machismo estrutural.
Um olhar às contradições do homem que criou a bomba atômica e depois precisou conviver com a consequência de sua proeza.
O filme, em cartaz nos cinemas, encerra a trilogia sobre animais da fauna brasileira.
Uma comédia tão rebelde quanto carinhosa com seu quarteto de mulheres asiáticas-americanas.
A diretora e os dois atores discutem esta obra magistral e ambiciosa, que percorre vários séculos da história brasileira, de Nova York ao Xingu.
























