Havia muita expectativa para o Frankenstein de Guillermo del Toro. O diretor desenvolvia este projeto há mais de uma década, focando tanto na monstruosidade do médico (Oscar Isaac) quanto na humanização do monstro (Jacob Elordi), unidos por um histórico de rejeição paterna. O cineasta ainda acrescenta boa camada de sensualidade à história.
Mesmo assim, a versão criada para a Netflix ainda pode ser questionada por mensagens explicadas demais, e por alguns problemas nos efeitos visuais. Assista à crítica:



