Um belo drama que homenageia a maternidade justamente por evitar sua idealização.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
A refilmagem de um suspense ruim acumula intermináveis problemas de bastidores.
O CineOP ocorre entre os dias 25 e 30 de junho, valorizando a história, a preservação e a educação audiovisual.
O spin-off da saga John Wick não está à altura dos filmes originais, mas ainda traz boas cenas de ação lideradas por Ana de Armas.
A história real serve para discutir, com bom humor, as fronteiras entre capitalismo e socialismo.
Se Cazuza é bom, todo filme sobre Cazuza É bom? Um debate sobre cinema e representação. Festival In-Edit 2025.
Um drama que investiga memória e resistência face às ditaduras brasileira e argentina.
Um romance filmado com telefone celular, incapaz de perceber a superficialidade de suas lições de autoajuda.
Uma brincadeira simples até demais com o egocentrismo do pintor espanhol.
Uma bela animação a respeito da morte e dos dilemas da sociedade contemporânea.
Um filme desigual a respeito da luta de uma mulher por autonomia — e das violências encontradas no caminho.
Um filme perdido em termos de tom, objetivos e discurso político.
Um documentário clássico, movido por fotografias e reflexões excelentes a respeito do racismo na África do Sul e nos Estados Unidos.
Os dois filmes voltam ao cinema em cópias restauradas.
Wes Anderson faz mais um filme luxuoso, com pouco a dizer a respeito dos temas abordados.
Anthony Hopkins tortura Bill Skarsgard, e o diretor David Yarovesky se delicia com a violência.
Uma versão mais infantil e conservadora, que abandona a melancolia da animação original.
Uma entrevista sobre o documentário que acompanha sete décadas na vida da artista.
O dia a dia duríssimo de um imigrante na França. Mas a sequência de abusos e humilhações constitui um humanismo?
Um filme nostálgico, que se leva a sério demais e eleva Tom Cruise ao patamar de salvador da humanidade.
Um modesto filme-catástrofe português que nem adere de fato ao gênero, nem tem coragem de romper com ele.
Uma egotrip na qual o cantor tenta vender a ideia que seus privilégios, na verdade, constituem um grande fardo para esta alma sensível.
A cineasta, junto de Jamilli Correa, Dira Paes, Rômulo Braga e Fátima Macedo conversam sobre o drama que denuncia o abuso de meninas na Ilha do Marajó.
Novas mortes, e mais questionamentos sobre as vidas preciosas ou vidas banais da franquia de terror.
Um grupo de mulheres parte numa viagem sem rumo. E o filme as acompanha, recusando qualquer regra ou convenção.
Um pastiche de filmes de ação norte-americanos, tentando reivindicar ironicamente uma identidade típica do Mato Grosso do Sul.
A franquia combina as histórias anteriores numa proposta de reunião pacífica entre as culturas chinesa e norte-americana.
Um olhar plácido ao racismo e ao antissemitismo através do encontro real entre duas mulheres.
O cineasta fala sobre o documentário que acompanha Sidarta Ribeiro numa investigação a respeito da natureza dos sonhos.
Uma bela exploração do luto com as ferramentas do cinema de terror.































