Um final melancólico e psicologicamente complexo à série.
Séries
A minissérie da Netflix discute a cultura Incel em plano-sequência.
Crítica de Common People, Bête Noire, Hotel Reverie, Plaything, Eulogy e USS Callister: Into Infinity.
Uma jovem em luto transforma sua dor em idolatria pela cantora pop Beyoncé, quer dizer, Ni'ja - e sai matando quem discorda dela.
Felizmente, a ficção tem muito a oferecer à tragédia real já abordada pela mídia e pelo cinema documentário.
A série da Netflix apresenta uma história de abusos e perseguição entre duas pessoas com problemas de saúde mental.
Uma comédia sombria sobre nossos tempos de ódio, alimentados pelas redes sociais.
Uma segunda história mais melancólica, focada na saúde mental dos profissionais.
Boas intenção não superam a representação artificial da diversidade.
Um crime real transformado em fantasia delirante.
Uma segunda temporada mais melancólica, marcada por personagens tristes em lugares paradisíacos.
Uma série na qual a injustiça brasileira se torna explícita e familiar, até demais. Festival de Berlim 2025.
Um belo estudo de psicologia dos personagens.
Um projeto ousado em termos de representatividade, mas comportado na narrativa.
Uma história de sequestros e assassinos em série que faz de tudo para retirar de cena o espetáculo da morte.
Segundo a série da Netflix, os excluídos socialmente nada mais são do que pessoas precisando muito de afeto.
Para os criadores da minissérie, homenagear o caso significa homenagear a dor dos pais.














