A minissérie da Netflix discute a cultura Incel em plano-sequência.
Séries
Uma história de sequestros e assassinos em série que faz de tudo para retirar de cena o espetáculo da morte.
Crítica de Common People, Bête Noire, Hotel Reverie, Plaything, Eulogy e USS Callister: Into Infinity.
Para os criadores da minissérie, homenagear o caso significa homenagear a dor dos pais.
Um belo estudo de psicologia dos personagens.
Um crime real transformado em fantasia delirante.
Um final melancólico e psicologicamente complexo à série.
Uma comédia sombria sobre nossos tempos de ódio, alimentados pelas redes sociais.
Um projeto ousado em termos de representatividade, mas comportado na narrativa.
Uma jovem em luto transforma sua dor em idolatria pela cantora pop Beyoncé, quer dizer, Ni'ja - e sai matando quem discorda dela.
Felizmente, a ficção tem muito a oferecer à tragédia real já abordada pela mídia e pelo cinema documentário.
Uma segunda temporada mais melancólica, marcada por personagens tristes em lugares paradisíacos.
Uma segunda história mais melancólica, focada na saúde mental dos profissionais.
Boas intenção não superam a representação artificial da diversidade.
Segundo a série da Netflix, os excluídos socialmente nada mais são do que pessoas precisando muito de afeto.
A série da Netflix apresenta uma história de abusos e perseguição entre duas pessoas com problemas de saúde mental.
Uma série na qual a injustiça brasileira se torna explícita e familiar, até demais. Festival de Berlim 2025.














