Uma ação sem tensão, sem lógica, e capitaneada por uma atriz muita fraca.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema e Le Monde Diplomatique. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema. Criador do site Meio Amargo.
Índia Morena, Madona Show, Dandara Ohana e Murilo Grossi também comentam o filme sobre a resistência do circo e do cinema.
Uma singela alegoria da política brasileira através do meme do "patriota do caminhão".
Uma bela aventura infantojuvenil, que respeita a subjetividade das crianças.
A diretora Pauline Loquès e o ator Théodore Pellerin falam sobre o drama recompensado em Cannes e nos prêmios César.
Cenários virtuais, lutas irreais, mortos que não morrem.
O festival, dedicado ao cinema de gênero e diversidade, ocorre no mês de agosto. As inscrições vão até 5 de junho.
Uma caçada erótica e mortal, com tendência a culpar a mulher pela violência da qual é vítima.
Um filme desigual sobre ataques de monstros em Florianópolis.
Um filme-celebração ao garoto que se tornou o maior hacker do Brasil.
Com um dia a mais de exibições, o festival curitibano inclui filmes de Pedro Diógenes, João Dumans e Janaína Marques.
A boneca-humana é, ao mesmo tempo, agressora e vítima. Um terror provocador.
"O Brasil são as empregadas domésticas", explica a cineasta, sobre o documentário que estreia em 7 de maio.
Uma viagem abrangente à África, assumindo seu olhar estrangeiro.
Uma sequência divertida e ambiciosa, embora resolva seus problemas de modo fácil até demais.
Uma fantasia muito interessante na parte de horror, e menos instigante quando envereda pelo drama.
O documentário acompanha toda a trajetória do ícone do Flamengo.
Comédia popular brasileira precisa de barraco e gritaria?
Um elogio ao piloto Felipe Nasr, à Porsche, à linguagem publicitária e ao discurso sobre nunca desistir de seus sonhos.
Uma mãe em luto vai longe até demais na sua busca por vingança. Até quando devemos ficar do lado dela?
Tentativa grosseira de efetuar a psicanálise do autor, baseada em especulações sem comprovação.
Dezenas de produções recentes do cinema latino-americano são exibidas na Cinemateca Brasileira e CineSesc.
Uma biografia em forma de homenagem, escapando às polêmicas envolvendo Michael Jackson.
Uma segunda história mais melancólica, focada na saúde mental dos profissionais.
Duas garotas brincam de bruxaria, com consequências reais até demais.
Um olhar ambicioso, e um pouco atrapalhado, sobre as diferentes violências praticadas contra as mulheres.
Um filme lânguido, com atmosfera de sonho, que aborda o mundo da moda sem real interesse por ele.
Agora, o monstro é a filha adolescente de uma família comum. Uma releitura ousada por parte de Lee Cronin.
A diretora do evento, Silvina Cornillón, ressaltou a variedade dos filmes de animação brasileiro, que concorrem em quatro categorias no 9º prêmio Quirino.
Um filme frio e provocador para um livro frio e provocador. Mas as ideias de Camus significam no século XXI?































