Um filme que homenageia indivíduos marginais a partir de uma estética limpa e convencional.
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Cinema brasileiro
O evento gratuito exibe 183 curtas-metragens do mundo inteiro, tanto presencialmente em São Paulo quanto via plataformas online.
O premiado drama sobre a vida numa favela carioca está em cartaz nos cinemas.
A premiação tenta se equilibrar entre o cinema de autor e o cinema popular.
Neste drama, a violência na favela não é motivo de espetáculo. Mas também não convida à reflexão.
Quem Tem Medo?, de Dellani Lima, Henrique Zanoni e Ricardo Alves Jr, discute os casos de censura a artistas no governo Bolsonaro.
A 46ª edição ocorre entre os dias 20 de outubro e 2 de novembro.
Um feel good movie que se sobressai ao discutir relações de gênero, mas se enfraquece ao vangloriar a figura paterna.
Chega mais um filme sobre o bolsonarismo. E eu digo: respira fundo, vai dar tudo certo, vamos lá.
Os casos de censura à arte no governo Bolsonaro vistos por um filme corajoso, porém incompleto.
Um filme tímido demais para o cinema experimental, e hermético demais para o grande público.
A 17ª edição do festival paraibano ocorre entre 1 e 7 de dezembro.
A diretora Chica Andrade e os pesquisadores Diego Benevides, Samuel Macêdo e Jailton Melo explicam o conceito e seus desafios.
Uma mistura de homenagem e brincadeira com a memória coletiva das lendas brasileiras.
Conflitos políticos e sentimentais com Débora Bloch e Paulo Betti.
O cineasta comenta esta experiência radical sobre a intolerância, selecionada nos festivais de Cannes e Toronto.
Um drama comovente sobre nossas contradições políticas e sociais.
25 profissionais elegerão o filme nacional que vai disputar o Oscar.
Longas-metragens são aceitos até o dia 10 de agosto.
Há uma guerra silenciosa no Brasil de hoje, representada pela resistência de Antônio Pitanga.
Uma conversa com o crítico de cinema e professor da FAAP.
O cinema brasileiro compete com ele mesmo em busca de visibilidade no circuito.
As atrizes Andrea Beltrão e Mariana Lima, além do diretor Gustavo Rosa de Moura, comentam o drama premiado no Festival de Brasília.
Um documentário sobre racismo e sistema de cotas, muito mais preocupado com o conteúdo do que com a forma.
Um cinema elegante, repleto de bons atores, mas com medo de ousar.
A tecnologia mais moderna do cinema a serviço de uma narrativa de antigamente.
Sobre lugar de fala, respeito às mulheres e a imagem da prostituição no Brasil.
Uma viagem simples, com pouquíssimas cenas, ao coração da comunidade Yanomami.
O evento ocorre entre 27 de julho e 17 de agosto, em formato híbrido.































