O cineasta comenta esta experiência radical sobre a intolerância, selecionada nos festivais de Cannes e Toronto.
Ingressou2 de maio de 2023
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Crítico de cinema desde 2004, membro da ABRACCINE (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema). Mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III. Passagem por veículos como AdoroCinema, Papo de Cinema, Le Monde Diplomatique Brasil e Rua — Revista Universitária do Audiovisual. Professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.
O streaming ainda tenta descobrir como lançar uma grande franquia de ação.
Um drama comovente sobre nossas contradições políticas e sociais.
25 profissionais elegerão o filme nacional que vai disputar o Oscar.
Um homem pensa em abandonar a vida de crime, mas descobre formas nobres de violência.
Longas-metragens são aceitos até o dia 10 de agosto.
Uma conversa sobre a comédia Diários de Otsoga, filme realizado durante o isolamento pela Covid-19.
Há uma guerra silenciosa no Brasil de hoje, representada pela resistência de Antônio Pitanga.
A jornada de dois homens fracos em busca de afeto e reconhecimento social.
Uma conversa com o crítico de cinema e professor da FAAP.
O cinema brasileiro compete com ele mesmo em busca de visibilidade no circuito.
Um horror que combina serial killers e mensagens de Deus, liderado por um Ethan Kawke inspirado.
As atrizes Andrea Beltrão e Mariana Lima, além do diretor Gustavo Rosa de Moura, comentam o drama premiado no Festival de Brasília.
Um documentário sobre racismo e sistema de cotas, muito mais preocupado com o conteúdo do que com a forma.
Uma aventura de impressionantes recursos estéticos, explicando a guerra às crianças.
Um cinema elegante, repleto de bons atores, mas com medo de ousar.
A tecnologia mais moderna do cinema a serviço de uma narrativa de antigamente.
Uma abordagem sensacionalista que apaga qualquer aspecto negativo da vida de Elvis Presley.
Sobre lugar de fala, respeito às mulheres e a imagem da prostituição no Brasil.
No futuro, não teremos mais dores, mas seremos tristes. Uma distopia ousada e fria de David Cronenberg.
Uma viagem simples, com pouquíssimas cenas, ao coração da comunidade Yanomami.
O evento ocorre entre 27 de julho e 17 de agosto, em formato híbrido.
O festival ocorre de modo presencial entre os dias 12 e 20 de agosto.
O profissional explica a formação e os desafios dos trabalhadores de voz no cinema.
Um pequeno filme sobre três personagens falhos, e que o diretor considera irresistíveis.
Os novos filmes de Júlia Murat, Ana Vaz e Carlos Segundo representam o Brasil no evento suíço.
A próxima edição ocorre presencialmente, entre 4 e 8 de novembro.
Cinquenta filmes de vinte países. Até 20 de julho em São Paulo, e até 13 de julho no Paraná.
Duas mulheres com profundos problemas de saúde mental formam um precário laço afetivo.





























